terça-feira, 6 de novembro de 2012
Vicariato Recife Sul 2 - AOR: I SEMANA MISSIONÁRIA DO VICARIATO RECIFE SUL 2
Vicariato Recife Sul 2 - AOR: I SEMANA MISSIONÁRIA DO VICARIATO RECIFE SUL 2: De 17 a 25 de novembro acontecerá a primeira semana missionária do Vicariato Recife Sul 2. A primeira experiência acontecerá na Par...
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
- Dia 12 de Outubro — Sexta-feira
Nossa Senhora Aparecida
(Cor Branca)
“O Senhor Faz Justiça aos Pequenos!”
A figura de Maria liga-se totalmente à sorte e à esperança da humanidade. Serva obediente, ela participa ativamente do mistério da redenção, assumindo o amor a Deus como centro de sua vida. Por isso, na pequena imagem de Aparecida, o povo brasileiro reconhece o amor e a solidariedade da Mãe D...eus para com os humildes e pequenos.(*)
Deus nos fala
Maria, como máxima expressão da beleza humana, por seu testemunho de fé, convida-nos à vivência do amor como manifestação de nossa adesão ao Evangelho de Cristo.(*)
Primeira Leitura (Est 5,1b-2; 7,2b-3)
Livro de Ester:
1bEster revestiu-se com vestes de rainha e foi colocar-se no vestíbulo interno do palácio real, frente à residência do rei. O rei estava sentado no trono real, na sala do trono, frente à entrada. 2Ao ver a rainha Ester parada no vestíbulo, olhou para ela com agrado e estendeu-lhe o cetro de ouro que tinha na mão, e Ester aproximou-se para tocar a ponta do cetro.
7,2bEntão, o rei lhe disse: “O que me pedes, Ester; o que queres que eu faça? Ainda que me pedisses a metade do meu reino, ela te seria concedida”.
3Ester respondeu-lhe: “Se ganhei as tuas boas graças, ó rei, e se for de teu agrado, concede-me a vida — eis o meu pedido! — e a vida do meu povo — eis o meu desejo!”
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Responsório (Sl 44)
— Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto:/ que o Rei se encante com vossa beleza!
— Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto:/ que o Rei se encante com vossa beleza!
— Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto:/ “Esquecei vosso povo e a casa paterna!/ Que o Rei se encante com vossa beleza!/ Prestai-lhe homenagem: é vosso Senhor!
— O povo de Tiro vos traz seus presentes,/ os grandes do povo vos pedem favores./ Majestosa, a princesa real vem chegando,/ vestida de ricos brocados de ouro.
— Em vestes vistosas ao Rei se dirige,/ e as virgens amigas lhe formam cortejo;/ entre cantos de festa e com grande alegria,/ ingressam, então, no palácio real”.
Segunda Leitura (Ap 12,1.5.13a.15-16a)
Livro do Apocalipse de São João:
1Apareceu no céu um grande sinal: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas. 5E ela deu à luz um filho homem, que veio para governar todas as nações com cetro de ferro. Mas o filho foi levado para junto de Deus e do seu trono. 13aQuando viu que tinha sido expulso para a terra, o dragão começou a perseguir a mulher que tinha dado à luz o menino.
15A serpente, então, vomitou como um rio de água atrás da mulher, a fim de a submergir. 16aA terra, porém, veio em socorro da mulher.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Aclamação ao Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia! (bis)
Disse a mãe de Jesus aos serventes:/ “Fazei tudo o que Ele disser”.
Evangelho (Jo 2,1-11)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 1houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente. 2Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento. 3Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”.
4Jesus respondeu-lhe: “Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou”.
5Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser”.
6Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros.
7Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca. 8Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram. 9O mestre-sala experimentou a água que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água.
10O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho bom até agora!”
11Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!
O Coração Imaculado de Maria está sempre atento às necessidades dos homenomilia
outubro 12th, 2012
Ano da Fé, Solenidade da Padroeira do Brasil – Nossa Senhora da Conceição Aparecida – e, no âmbito civil, dia das crianças. Quantas realidades que o Evangelho vem dar um sentido mais profundo. Mas para tal procuremos contemplar o Mistério de Cristo apresentado pela Boa Nova, segundo São João (Jo 2, 1...
outubro 12th, 2012
Ano da Fé, Solenidade da Padroeira do Brasil – Nossa Senhora da Conceição Aparecida – e, no âmbito civil, dia das crianças. Quantas realidades que o Evangelho vem dar um sentido mais profundo. Mas para tal procuremos contemplar o Mistério de Cristo apresentado pela Boa Nova, segundo São João (Jo 2, 1...
-11).
Jesus encontrava-se no norte da Galileia, numa festa de casamento como os seus discípulos e a sua Mãe Santíssima. Uma festa que, até então, transcorria bem, até que uma anormalidade tendia marcá-la com tristeza, pois faltava vinho, o qual era um elemento festivo imprescindível àquela cultura. Mas a percepção de uma santa mulher e sua fé num filho, nada comum, abriu um rastro de esperança aos noivos e demais.
Aquela que nunca desconfiou do que Ele é capaz, fez o que era preciso… Por uma fé que operou naquele momento pela intercessão amorosa, disse ao Filho de Deus e seu: «Eles não têm vinho!» (v. 3). A resposta de Jesus a Sua mãe soa estranha, para um filho tão bem educado e não menos sensível às necessidades dos outros: «Mulher, para que me dizes isso? A minha hora ainda não chegou» (v.4). Noutra tradução, as palavras do Filho amado, causa ainda mais estranheza: «Por que te intrometes?».
No entanto, não tem como aquele Coração Imaculado passar ao lado da necessidade de tantos, assim como podemos dizer o mesmo do Coração Sagrado que acolheu tão amorosa e poderosa intercessão: «Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água!” E eles as encheram até à borda» (v.7).
O desfecho deste primeiro sinal, de uma série de sete sinais apresentados teologicamente pelo evangelista, apontou para a abundância da Nova e Eterna Aliança em relação à Antiga e foi eficaz para os discípulos do verdadeiro Noivo das Bodas Eternas: «Jesus o realizou em Caná da Galileia. Manifestou sua glória, e os seus discípulos creram nele» (v. 11).
Assim, a palavra do encarregado ao noivo, após experimentar – literalmente – o primeiro sinal de Jesus (cf. Jo 2, 10), inspira-nos uma oração, adequada aos homens e mulheres de todos os tempos, quando aos poucos vão procurando compreender o tempo de Deus em sua vida pessoal e na história da Salvação universal: “Senhor, apresentastes uma Aliança, onde muitos estavam já satisfeitos…mas deixastes para o final dos tempos o envio do Teu Messias, para uma Nova e melhor Aliança. Da água da purificação ritual, revelastes um “Vinho Sagrado”, sinal do cumprimento da superabundância prometida” (cf. Am 9, 13-14; Hb 1, 2-4).
Por isso, no Ano da Fé, precisamos também ficar sensíveis às necessidades uns dos outros. Mas da realidade a Jesus, do jeito da Mãe de Deus e segundo a Palavra que nos orienta: «Com os olhos fixos em Jesus, que vai à frente da nossa fé e a leva à perfeição» (Hb 12, 29).
Portanto, a Solenidade e devoção à Nossa Senhora da Conceição Aparecida, tornam propícias à Igreja e ao mundo contemporâneo aquela qualidade de testemunho desejado pelo Papa Bento XVI, para este Ano bendito e não só: «A renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: de fato, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou» (BENTO XVI, Porta Fidei, nº 6).
Irradiar esta Luz, principalmente às crianças é ser canal, sinal e presente de um amor intraduzível em apenas um dia do ano. Para tudo isto é preciso FÉ! Aproveitemos a graça própria deste Ano da Fé!
Jesus encontrava-se no norte da Galileia, numa festa de casamento como os seus discípulos e a sua Mãe Santíssima. Uma festa que, até então, transcorria bem, até que uma anormalidade tendia marcá-la com tristeza, pois faltava vinho, o qual era um elemento festivo imprescindível àquela cultura. Mas a percepção de uma santa mulher e sua fé num filho, nada comum, abriu um rastro de esperança aos noivos e demais.
Aquela que nunca desconfiou do que Ele é capaz, fez o que era preciso… Por uma fé que operou naquele momento pela intercessão amorosa, disse ao Filho de Deus e seu: «Eles não têm vinho!» (v. 3). A resposta de Jesus a Sua mãe soa estranha, para um filho tão bem educado e não menos sensível às necessidades dos outros: «Mulher, para que me dizes isso? A minha hora ainda não chegou» (v.4). Noutra tradução, as palavras do Filho amado, causa ainda mais estranheza: «Por que te intrometes?».
No entanto, não tem como aquele Coração Imaculado passar ao lado da necessidade de tantos, assim como podemos dizer o mesmo do Coração Sagrado que acolheu tão amorosa e poderosa intercessão: «Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água!” E eles as encheram até à borda» (v.7).
O desfecho deste primeiro sinal, de uma série de sete sinais apresentados teologicamente pelo evangelista, apontou para a abundância da Nova e Eterna Aliança em relação à Antiga e foi eficaz para os discípulos do verdadeiro Noivo das Bodas Eternas: «Jesus o realizou em Caná da Galileia. Manifestou sua glória, e os seus discípulos creram nele» (v. 11).
Assim, a palavra do encarregado ao noivo, após experimentar – literalmente – o primeiro sinal de Jesus (cf. Jo 2, 10), inspira-nos uma oração, adequada aos homens e mulheres de todos os tempos, quando aos poucos vão procurando compreender o tempo de Deus em sua vida pessoal e na história da Salvação universal: “Senhor, apresentastes uma Aliança, onde muitos estavam já satisfeitos…mas deixastes para o final dos tempos o envio do Teu Messias, para uma Nova e melhor Aliança. Da água da purificação ritual, revelastes um “Vinho Sagrado”, sinal do cumprimento da superabundância prometida” (cf. Am 9, 13-14; Hb 1, 2-4).
Por isso, no Ano da Fé, precisamos também ficar sensíveis às necessidades uns dos outros. Mas da realidade a Jesus, do jeito da Mãe de Deus e segundo a Palavra que nos orienta: «Com os olhos fixos em Jesus, que vai à frente da nossa fé e a leva à perfeição» (Hb 12, 29).
Portanto, a Solenidade e devoção à Nossa Senhora da Conceição Aparecida, tornam propícias à Igreja e ao mundo contemporâneo aquela qualidade de testemunho desejado pelo Papa Bento XVI, para este Ano bendito e não só: «A renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: de fato, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou» (BENTO XVI, Porta Fidei, nº 6).
Irradiar esta Luz, principalmente às crianças é ser canal, sinal e presente de um amor intraduzível em apenas um dia do ano. Para tudo isto é preciso FÉ! Aproveitemos a graça própria deste Ano da Fé!
Nossa Senhora da Conceição Aparecida
12 de Outubro
Com muita alegria nós, brasileiros, lembramos e celebramos solenemente o dia da Protetora da Igreja e das famílias brasileiras: Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratingue...
12 de Outubro
Com muita alegria nós, brasileiros, lembramos e celebramos solenemente o dia da Protetora da Igreja e das famílias brasileiras: Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratingue...
tá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto (MG).
Convocados pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram.
Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede.
A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, o qual usando de amor à Virgem fez um oratório simples, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil.
Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).
No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora "Aparecida" das águas.
O Papa Pio X em 1904 deu ordem para coroar a imagem de modo solene. No dia 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor. Grande acontecimento, e até central para a nossa devoção à Virgem, foi quando em 1929 o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil, com estes objetivos: o bem espiritual do povo e o aumento cada vez maior de devotos à Imaculada Mãe de Deus.
Em 1967, completando-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário de Aparecida a Rosa de Ouro, reconhecendo a importância do Santuário e estimulando o culto à Mãe de Deus.
Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena. Era necessária a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início, em 11 de novembro de 1955, a construção de uma outra igreja, a atual Basílica Nova. Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional, sendo o "maior Santuário Mariano do mundo".
Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!
Convocados pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram.
Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede.
A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, o qual usando de amor à Virgem fez um oratório simples, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil.
Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).
No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora "Aparecida" das águas.
O Papa Pio X em 1904 deu ordem para coroar a imagem de modo solene. No dia 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor. Grande acontecimento, e até central para a nossa devoção à Virgem, foi quando em 1929 o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil, com estes objetivos: o bem espiritual do povo e o aumento cada vez maior de devotos à Imaculada Mãe de Deus.
Em 1967, completando-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário de Aparecida a Rosa de Ouro, reconhecendo a importância do Santuário e estimulando o culto à Mãe de Deus.
Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena. Era necessária a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início, em 11 de novembro de 1955, a construção de uma outra igreja, a atual Basílica Nova. Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional, sendo o "maior Santuário Mariano do mundo".
Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
"Para levar a Graça de Deus precisamos de parceiros nesse desafio, seus dízimos e ofertas nos ajudam a resgatar vidas, semeando esperança; E espere no Senhor a colheita de Deus na sua vida" Amigos paróquianos e Disimistas, vamos juntos participar desta nova campanha da nossa comunidade, adquira uma rifa do show de prêmios, assim você ajuda nas obras da reforma de nossa Paróquia.
Mais informações com Paulo Fernando Baade, Oliveira e Karol Souza.
Mais informações com Paulo Fernando Baade, Oliveira e Karol Souza.
PAI NOSSO Comentado
Será inútil dizer
"Pai Nosso"
se em minha vida não ajo como filho de Deus,
...
Será inútil dizer
"Pai Nosso"
se em minha vida não ajo como filho de Deus,
...
fechando meu coração ao amor.
Será inútil dizer
"que estais nos céus"
se os meus valores são representados pelos bens da terra.
Será inútil dizer
"santificado seja o vosso nome"
se penso apenas em ser cristão por medo, superstição e comodismo.
Será inútil dizer
"venha a nós o vosso reino"
se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e futilidades.
Será inútil dizer
"seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu"
se no fundo desejo mesmo é que todos os meus desejos se realizem.
Será inútil dizer
"o pão nosso de cada dia nos dai hoje"
se prefiro acumular riquezas, desprezando meus irmãos que passam fome.
Será inútil dizer
"perdoai as nossas dívidas,
assim como nós perdoamos aos nossos devedores"
se não me importo em ferir, injustiçar, oprimir e magoar
aos que atravessam o meu caminho.
Será inútil dizer
"e não nos deixais cair em tentação"
se escolho sempre o caminho mais fácil,
que nem sempre é o caminho de Deus.
Será inútil dizer
"livrai-nos do mal"
se por minha própria vontade procuro os prazeres materiais,
e se tudo o que é proibido me seduz.
Será inútil dizer
"Amém"
porque sabendo que sou assim, continuo me omitindo
e nada faço para me modificar.
Ver maisSerá inútil dizer
"que estais nos céus"
se os meus valores são representados pelos bens da terra.
Será inútil dizer
"santificado seja o vosso nome"
se penso apenas em ser cristão por medo, superstição e comodismo.
Será inútil dizer
"venha a nós o vosso reino"
se acho tão sedutora a vida aqui, cheia de supérfluos e futilidades.
Será inútil dizer
"seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu"
se no fundo desejo mesmo é que todos os meus desejos se realizem.
Será inútil dizer
"o pão nosso de cada dia nos dai hoje"
se prefiro acumular riquezas, desprezando meus irmãos que passam fome.
Será inútil dizer
"perdoai as nossas dívidas,
assim como nós perdoamos aos nossos devedores"
se não me importo em ferir, injustiçar, oprimir e magoar
aos que atravessam o meu caminho.
Será inútil dizer
"e não nos deixais cair em tentação"
se escolho sempre o caminho mais fácil,
que nem sempre é o caminho de Deus.
Será inútil dizer
"livrai-nos do mal"
se por minha própria vontade procuro os prazeres materiais,
e se tudo o que é proibido me seduz.
Será inútil dizer
"Amém"
porque sabendo que sou assim, continuo me omitindo
e nada faço para me modificar.
Ministrado por Wanda Araujo, nesta segunda feira passada, tivemos mais uma aula de artesanato, que mostrou como fazer pulseiras artesanais.
Parabéns Wandinha e suas alunas....
Parabéns Wandinha e suas alunas....
Pai nosso que estais nos céus!
Homilia
outubro 10th, 2012
Hoje ousamos fazer para Jesus o mesmo pedido: “Senhor, nos ensine a orar, como João ensinou os discípulos dele!” E ficamos à espera de que Ele sussurre aos ouvidos do nosso coração as mesmas palavras daquele dia: “Quando rezardes dizei: Pai nosso”.
“Pai nosso que estais nos céus”. Nas religiões antigas não era muito habitual dirigir-se a De...
Homilia
outubro 10th, 2012
Hoje ousamos fazer para Jesus o mesmo pedido: “Senhor, nos ensine a orar, como João ensinou os discípulos dele!” E ficamos à espera de que Ele sussurre aos ouvidos do nosso coração as mesmas palavras daquele dia: “Quando rezardes dizei: Pai nosso”.
“Pai nosso que estais nos céus”. Nas religiões antigas não era muito habitual dirigir-se a De...
us como Pai. Mas, no Antigo Testamento, Deus era invocado com esse título, dada a Sua relação especial com Israel, salvo da escravidão e protegido com evidentes sinais de intervenções divinas. Jesus é o Filho de Deus. Aqueles que O seguem participam dessa filiação divina. Por isso, O podem chamar Pai, “abbá”, ou seja, papá, paizinho, pai querido.
“Santificado seja o vosso nome”. Na linguagem bíblica, o nome é a pessoa. Invocar o nome de Deus é invocar a Deus. Se Deus é o Santo por excelência, que significa pedir que seja santificado? Significa pedir que se manifeste, se dê a conhecer e cumpra as Suas promessas. Significa também pedir que a nossa vida cristã coerente leve outros à fé. Uma vida cristã incoerente pode levar à blasfêmia do nome de Deus.
“Venha a nós o vosso Reino”. O Reino ou reinado de Deus significa a nova ordem ou estado das coisas, na qual a Sua soberania é reconhecida e aceita. Este Reino é atualidade e presença, a partir da presença de Jesus. Mas pede-se o seu reconhecimento no presente, e a sua plena revelação no futuro.
“O pão nosso de cada dia nos dai hoje”. Pede-se a Deus poder para satisfazer as necessidades de cada dia e, provavelmente, o pão que é o próprio Cristo assimilado pela fé, o Pão da Eucaristia.
“Perdoai-nos as nossas faltas”. Todos temos faltas para com Deus, isto é, culpas ou pecados. Uma que vivemos sob a Sua graça e não lhe somos sempre fiéis. Mas o perdão que pedimos é condicionado pelo perdão que concedemos, ou não, aos nossos devedores.
“Não nos deixeis cair em tentação”. Aqui, “tentação” significa provação. Seremos julgados tendo em conta as nossas reações às provações da nossa vida.
“Livrai-nos do mal”. Há duas formas de traduzir esta petição: livrai-nos do mal ou livrai-nos do Maligno. Nos tempos de Jesus, considerava-se que o Maligno, o demônio, estava por detrás de qualquer mal. Hoje não se pensa assim. Mas o confronto com o demônio é algo que faz parte da nossa experiência.
O ensinamento de Jesus é de rezar bem e sempre. A Bíblia nos diz: “Quem pede com persistência recebe; quem bate com insistência, abrir-se-lhe-á a porta; rezai para não cairdes em tentação; buscai em primeiro lugar o Reino dos Céus e a sua justiça e o resto vos será dado por acréscimo”.
O “Pai Nosso” é a oração de Jesus. Rezá-lo é comungar na oração do nosso Salvador. A oração do Filho tornou-se a oração dos filhos. Há que reaprender a rezá-lo com a emoção com que o rezam os recém-batizados nos primeiros tempos da Igreja. Há que rezá-lo, quanto isso é possível, com a emoção e o afeto com que o rezava o Filho de Deus feito homem.
Jesus nos ensina que – no nosso diálogo com o Pai – podemos enfrentar muitas tentações e que o silêncio de Deus pode nos parecer distante até o ponto de levantar os olhos e gritar: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” ou “Se for possível afasta de mim este cálice!” Mas não podemos desfalecer. Em tudo devemos gritar: “Pai nosso que estais nos céus!”
“Santificado seja o vosso nome”. Na linguagem bíblica, o nome é a pessoa. Invocar o nome de Deus é invocar a Deus. Se Deus é o Santo por excelência, que significa pedir que seja santificado? Significa pedir que se manifeste, se dê a conhecer e cumpra as Suas promessas. Significa também pedir que a nossa vida cristã coerente leve outros à fé. Uma vida cristã incoerente pode levar à blasfêmia do nome de Deus.
“Venha a nós o vosso Reino”. O Reino ou reinado de Deus significa a nova ordem ou estado das coisas, na qual a Sua soberania é reconhecida e aceita. Este Reino é atualidade e presença, a partir da presença de Jesus. Mas pede-se o seu reconhecimento no presente, e a sua plena revelação no futuro.
“O pão nosso de cada dia nos dai hoje”. Pede-se a Deus poder para satisfazer as necessidades de cada dia e, provavelmente, o pão que é o próprio Cristo assimilado pela fé, o Pão da Eucaristia.
“Perdoai-nos as nossas faltas”. Todos temos faltas para com Deus, isto é, culpas ou pecados. Uma que vivemos sob a Sua graça e não lhe somos sempre fiéis. Mas o perdão que pedimos é condicionado pelo perdão que concedemos, ou não, aos nossos devedores.
“Não nos deixeis cair em tentação”. Aqui, “tentação” significa provação. Seremos julgados tendo em conta as nossas reações às provações da nossa vida.
“Livrai-nos do mal”. Há duas formas de traduzir esta petição: livrai-nos do mal ou livrai-nos do Maligno. Nos tempos de Jesus, considerava-se que o Maligno, o demônio, estava por detrás de qualquer mal. Hoje não se pensa assim. Mas o confronto com o demônio é algo que faz parte da nossa experiência.
O ensinamento de Jesus é de rezar bem e sempre. A Bíblia nos diz: “Quem pede com persistência recebe; quem bate com insistência, abrir-se-lhe-á a porta; rezai para não cairdes em tentação; buscai em primeiro lugar o Reino dos Céus e a sua justiça e o resto vos será dado por acréscimo”.
O “Pai Nosso” é a oração de Jesus. Rezá-lo é comungar na oração do nosso Salvador. A oração do Filho tornou-se a oração dos filhos. Há que reaprender a rezá-lo com a emoção com que o rezam os recém-batizados nos primeiros tempos da Igreja. Há que rezá-lo, quanto isso é possível, com a emoção e o afeto com que o rezava o Filho de Deus feito homem.
Jesus nos ensina que – no nosso diálogo com o Pai – podemos enfrentar muitas tentações e que o silêncio de Deus pode nos parecer distante até o ponto de levantar os olhos e gritar: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” ou “Se for possível afasta de mim este cálice!” Mas não podemos desfalecer. Em tudo devemos gritar: “Pai nosso que estais nos céus!”
Dia 10 de Outubro — Quarta-feira
27ª Semana Comum
Formulário do 27º Domingo Comum
(Cor Verde)
8º dia da Novena de N. Sra. Aparecida
Jesus ensinou os discípulos a rezar. Com eles, a Igreja presente em cada Comunidade e em cada cristão é chamada a rezar do jeito de Jesus. Suplicamos a presença do Reino que é a verdade de Cristo nesta vida. Pedimos o pão de cada dia, porque nossa vida é dom e manif...
27ª Semana Comum
Formulário do 27º Domingo Comum
(Cor Verde)
8º dia da Novena de N. Sra. Aparecida
Jesus ensinou os discípulos a rezar. Com eles, a Igreja presente em cada Comunidade e em cada cristão é chamada a rezar do jeito de Jesus. Suplicamos a presença do Reino que é a verdade de Cristo nesta vida. Pedimos o pão de cada dia, porque nossa vida é dom e manif...
estação do amor de Deus. O Pai Nosso, ensinado por Jesus, faz-nos viver os valores profundos do Reino de Deus no mundo.
Antífona de Entrada (Est 1,9.10.11)
Senhor, tudo está em vosso poder, e ninguém pode resistir à vossa vontade. Vós fizestes todas as coisas: o céu, a terra, e tudo o que eles contêm; sois o Deus do universo!
Deus nos fala
É possível realizar a missão na Igreja se houver unidade entre os cristãos. É a união entre a fé, a vida e o coração. Por isso, o Cristo ensina-nos a rezar o Pai nosso, e não o “Pai meu”, pois só o amor pode unir-nos de verdade. A oração em comum e a unidade cristã são nossa missão no mundo.
Primeira Leitura (Gl 2,1-2.7-14)
Leitura da Carta de São Paulo aos Gálatas.
Irmãos, 1catorze anos mais tarde, subi, de novo, a Jerusalém, com Barnabé, levando também Tito comigo. 2Fui lá, por causa de uma revelação. Expus-lhe o evangelho que tenho pregado entre os pagãos, o que fiz em particular aos líderes da Igreja, para não acontecer estivesse eu correndo em vão ou tivesse corrido em vão. 7Pelo contrário, viram que a evangelização dos pagãos foi confiada a mim, como a Pedro foi confiada a evangelização dos judeus. 8De fato, aquele que preparou Pedro para o apostolado entre os judeus preparou-me também a mim para o apostolado entre os pagãos. 9Reconhecendo a graça que me foi dada, Tiago, Cefas e João, considerados as colunas da Igreja, deram-nos a mão, a mim e a Barnabé, como sinal de nossa comunhão recíproca. Assim ficou confirmado que nós iríamos aos pagãos e eles iriam aos judeus. 10O que nos recomendaram foi somente que nos lembrássemos dos pobres. E isso procurei fazer sempre, com toda a solicitude. 11Mas, quando Cefas chegou a Antioquia, opus-me a ele abertamente, pois ele merecia censura. 12Com efeito, antes que chegassem alguns da Comunidade de Tiago, ele tomava refeição com os gentios. Mas, depois que eles chegaram, Cefas começou a esquivar-se e a afastar-se, por medo dos circuncidados. 13E os demais judeus acompanharam-no nessa dissimulação, a ponto de até Barnabé se deixar arrastar pela hipocrisia deles. 14Quando vi que não estavam procedendo direito, de acordo com a verdade do Evangelho, disse a Cefas, diante de todos: “Se tu, que és judeu, vives como pagão e não como judeu, como podes obrigar os pagãos a viverem como judeus?”
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
Responsório (Sl 116)
— Ide por todo o mundo, e a todos pregai o Evangelho!
— Ide por todo o mundo, e pregai o Evangelho!
— Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes, povos todos, festejai-o!
— Pois comprovado é seu amor para conosco, para sempre ele é fiel!
Aclamação (Rm 8,15)
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Recebestes um espírito de adoção, no qual clamamos Aba! Pai!
Evangelho (Lc 11,1-4)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
1Um dia, Jesus estava rezando num certo lugar. Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: “Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos”. 2Jesus respondeu: “Quando rezardes, dizei: ‘Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. 3Dá-nos a cada dia o pão de que precisamos, 4e perdoa-nos os nossos pecados, pois nós também perdoamos a todos os nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação’”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor
Antífona de Entrada (Est 1,9.10.11)
Senhor, tudo está em vosso poder, e ninguém pode resistir à vossa vontade. Vós fizestes todas as coisas: o céu, a terra, e tudo o que eles contêm; sois o Deus do universo!
Deus nos fala
É possível realizar a missão na Igreja se houver unidade entre os cristãos. É a união entre a fé, a vida e o coração. Por isso, o Cristo ensina-nos a rezar o Pai nosso, e não o “Pai meu”, pois só o amor pode unir-nos de verdade. A oração em comum e a unidade cristã são nossa missão no mundo.
Primeira Leitura (Gl 2,1-2.7-14)
Leitura da Carta de São Paulo aos Gálatas.
Irmãos, 1catorze anos mais tarde, subi, de novo, a Jerusalém, com Barnabé, levando também Tito comigo. 2Fui lá, por causa de uma revelação. Expus-lhe o evangelho que tenho pregado entre os pagãos, o que fiz em particular aos líderes da Igreja, para não acontecer estivesse eu correndo em vão ou tivesse corrido em vão. 7Pelo contrário, viram que a evangelização dos pagãos foi confiada a mim, como a Pedro foi confiada a evangelização dos judeus. 8De fato, aquele que preparou Pedro para o apostolado entre os judeus preparou-me também a mim para o apostolado entre os pagãos. 9Reconhecendo a graça que me foi dada, Tiago, Cefas e João, considerados as colunas da Igreja, deram-nos a mão, a mim e a Barnabé, como sinal de nossa comunhão recíproca. Assim ficou confirmado que nós iríamos aos pagãos e eles iriam aos judeus. 10O que nos recomendaram foi somente que nos lembrássemos dos pobres. E isso procurei fazer sempre, com toda a solicitude. 11Mas, quando Cefas chegou a Antioquia, opus-me a ele abertamente, pois ele merecia censura. 12Com efeito, antes que chegassem alguns da Comunidade de Tiago, ele tomava refeição com os gentios. Mas, depois que eles chegaram, Cefas começou a esquivar-se e a afastar-se, por medo dos circuncidados. 13E os demais judeus acompanharam-no nessa dissimulação, a ponto de até Barnabé se deixar arrastar pela hipocrisia deles. 14Quando vi que não estavam procedendo direito, de acordo com a verdade do Evangelho, disse a Cefas, diante de todos: “Se tu, que és judeu, vives como pagão e não como judeu, como podes obrigar os pagãos a viverem como judeus?”
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
Responsório (Sl 116)
— Ide por todo o mundo, e a todos pregai o Evangelho!
— Ide por todo o mundo, e pregai o Evangelho!
— Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes, povos todos, festejai-o!
— Pois comprovado é seu amor para conosco, para sempre ele é fiel!
Aclamação (Rm 8,15)
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Recebestes um espírito de adoção, no qual clamamos Aba! Pai!
Evangelho (Lc 11,1-4)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
1Um dia, Jesus estava rezando num certo lugar. Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: “Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos”. 2Jesus respondeu: “Quando rezardes, dizei: ‘Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. 3Dá-nos a cada dia o pão de que precisamos, 4e perdoa-nos os nossos pecados, pois nós também perdoamos a todos os nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação’”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Santuário Mãe Rainha comemora aniversário de 20 anos em Olinda
Começou nesta sexta-feira (5) a programação em homenagem ao aniversário de 20 anos do Santuário Mãe Rainha, em Ouro Preto, Olinda. Será celebrado, às 19h, o Santo Terço e, em seguida, terá uma missa com o padre Josenildo Cândido do Nascimento. As novenas serão realizadas diariamente até o dia 13. E, no dia 14, haverá uma festa com missas e procissão.O movimento de Mãe Rainha tem 32 anos de atuação no Nordeste. Ele é sediado na Alemanha, onde foi fundado em 1914 pelo padre Joseph Kentenich. Hoje, são aproximadamente 200 santuários pelo mundo, sendo 21 no Brasil.
Confira abaixo a programação completa:
Sexta-feira – 5/10
Novena 1º dia – Vicariato Olinda
Diocese de Olinda e Recife
19h – Santo Terço
20h – Santa Missa presidida pelo padre Josenildo Cândido do Nascimento
Noiteiros: Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, Paratibe – Paulista
Sábado – 6/10
Novena 2º dia – Timbaúba
Diocese de Nazaré
15h – Santo Terço
16h – Santa Missa presidida pelos padres Antônio Inácio Pereira e Marcos Henrique de Pontes
Noiteiros: Paróquias Nossa Senhora da Conceição e Nossa Senhora das Dores, Timbaúba
Domingo – 7/10
Novena 3º dia – Vicariato Olinda
Diocese de Olinda e Recife
8h – Santo Terço
9h – Santa Missa presidida pelo padre Rosivaldo Pontes de Andrade
Noiteiros: Paróquia dos Santos Cosme e Damião, Igarassu
Vicariato Recife-Sul 2
Diocese de Olinda e Recife
15h – Santo Terço
16h – Santa Missa presidida pelo padre Paulo Sérgio Vieira Leite
Noiteiros: Paróquia Nossa Senhora das Candeias, Candeias – Jaboatão dos Guararapes
Segunda-feira – 8/10
Novena 4º dia – Vicariato Recife-Sul 1
Diocese de Olinda e Recife
19h – Santo Terço
20h – Santa Missa presidida pelo padre Fábio Paz de Queiroz
Noiteiros: Paróquia Nossa Senhora da Paz, Afogados – Recife
Terça-feira – 9/10
Novena 5º dia – Capelania do Exército
Diocese de Olinda e Recife
19h – Santo Terço
20h – Santa Missa presidida pelo padre Ivan Medeiros Júnior, capelão do Exército
Noiteiros: Exército Brasileiro – 7º GAC
Participação especial: Banda do Exército – CMNE – Olinda
Quarta-feira – 10/10
Novena 6º dia – Vicariato Recife-Norte 2
Diocese de Olinda e Recife
19h – Santo Terço
20h – Santa Missa presidida pelo padre José Roberto da Silva França
Noiteiros: Paróquia de Nossa Senhora da Conceição do Morro, Recife
Quinta-feira – 11/10
Novena 7º dia – Vicariato Recife-Norte 2
Diocese de Olinda e Recife
19h – Santo Terço
20h – Santa Missa presidida pelo padre Hector Miguel Ruiz Padilla
Noiteiros: Paróquia São Lourenço Mártir, São Lourenço da Mata
Sexta-feira – 12/10
Novena 8º dia – Vicariato Olinda
Diocese de Olinda e Recife
8h – Santo Terço
9h – Santa Missa e consagração das crianças à Nossa Senhora
15h – Santo Terço
16h – Santa Missa presidida pelo padre Valdir Manuel dos Santos Filho
Noiteiros: Paróquia Nossa Senhora do Rosário, Igarassu
Sábado – 13/10
Novena 9º dia – Vicariato Vitória
Diocese de Olinda e Recife
15h – Santo Terço
16h – Santa Missa presidida pelo padre Josenildo Tavares Ferreira
Noiteiros: Paróquia Nossa Senhora Aparecida e São João Batista, Vitória de Santo Antão
Domingo – 14/10
Festa – 20 anos do Santurário da Nova Evangelização
6h – Alvorada
7h – Santa Missa presidida pelos Padres de Schoenstatt
8h – Santo Terço
9h – Santa Missa presidida pelos Padres de Schoenstatt
13h – Ofício de Nossa Senhora
14h – Adoração ao Santíssimo Sacramento na Catedral de São Salvador, Olinda
14h30 – Carreata da Catedral da Sé até o Santuário
16h – Santa Missa presidida por Dom Fernando Saburido, arcebispo da Arquidiocese de Olinda e Recife
Noiteiros: Movimento Apostólico de Schoenstatt, Olinda e Recife
domingo, 7 de outubro de 2012
- Portanto, o que Deus uniu, o homem não deve separar
Os fariseus procuram motivo de condenar Jesus em torno de questões da Lei. A Lei associava o casamento à posse de bens e reconhecia ao homem o direito de repudiar sua mulher, relegando esta a uma posição de submissão. No texto de hoje, Jesus continua a sua caminhada rumo a Jerusalém, onde o poder central religioso-político vai condená-lo ...
à morte, no intuito de acabar não somente com a
pessoa d’Ele, mas com o seu ensinamento.
O que vemos no Evangelho é Jesus entrando primeiro em controvérsia com os fariseus, os “guardiões” da prática fiel à Lei, grupo que gozava de grande prestígio diante da população mais simples e que se outorgava o direito de ser o único intérprete autêntico da vontade de Deus. Por isso, entram em conflito com Jesus, não querendo conhecer melhor a vontade do Pai, mas, como ressalta o texto “para tentá-lo”.
O campo de batalha escolhido era o debate sobre o divórcio. O texto de referência para eles era Dt 24,1-4, onde não se trata da legitimidade do divórcio, mas dos critérios para que possa acontecer.
O Evangelho de Mateus deixa mais claro que o de Marcos sobre o sentido do debate (Mt 19,1-9). O pano de fundo era os critérios necessários para que um homem pudesse divorciar-se da sua mulher (nem se cogitava na Lei judaica que a mulher pudesse divorciar-se do marido, pois a mulher era considerada “objeto” que pertencia ao homem). No tempo de Jesus havia duas tendências, simbolizadas pelas escolas rabínicas dos grandes fariseus. Uma escola ensinava que podia se divorciar da mulher por qualquer motivo, mesmo os mais banais. E outra escola afirmava que somente era permitido o divórcio por motivos muito sérios. Por isso, em Mateus a pergunta se define melhor: “É permitido divorciar-se da mulher por qualquer motivo que seja?” (Mt 19,4).
Em ambos os Evangelhos, Jesus se recusa a entrar no debate casuístico que cercava a questão e se limitava a reafirmar o projeto do Pai para o casamento: “Portanto, o que Deus uniu, o homem não deve separar”. Aqui, Jesus reafirma com toda firmeza o ideal do casamento cristão: uma união permanente, baseada no amor, e fortalecida pela graça do Sacramento.
Seria inútil buscar neste trecho uma teologia mais desenvolvida do casamento, muito menos orientações pastorais aos problemas práticos de casamentos mal sucedidos, pois isso não foi a intenção do autor. Marcos simplesmente reafirma o princípio de que “o que Deus uniu, o homem não deve separar”. Deixa em aberto a questão de quando é que Deus realmente uniu o casal! Será que, só porque passaram por uma cerimônia validamente celebrada, um casal é necessariamente unido por Deus? Os problemas reais são muito mais complexos, angustiantes e difíceis de serem solucionados.
O trecho continua com a questão das crianças. A questão, aqui, não é a criança como símbolo da inocência, mas de dependência. As crianças – e os que se assemelham a elas – vivem esta situação de dependência, de estar “sem poder”. Quem quer entrar no Reino de Deus terá que abrir mão de todo poder dominador, tornando-se como uma criança.
Negando aceitar a situação na qual a mulher era um simples objeto de posse do homem – e assim passível de ser rejeitada – e propondo o fraco e dependente como modelo, numa sociedade que valorizava o prepotente, Jesus mostra que os valores do Reino de Deus estão na contramão dos valores da sociedade do seu tempo e de hoje. Cristo propõe uma igualdade de dignidade entre homem e mulher, uma fidelidade e compromisso permanentes e a busca de uma vida de serviço e não de domínio. Realmente, uma proposta no contra-fluxo da sociedade moderna que nega o permanente, perpetua o machismo e admira quem detém o poder.
Somos convidados hoje a entrar com Jesus na “contramão” e a criar uma sociedade baseada nos valores cristãos.
Senhor Jesus, que os casais cristãos compreendam a profundidade de sua união, obra do próprio Deus.
Amém.
O que vemos no Evangelho é Jesus entrando primeiro em controvérsia com os fariseus, os “guardiões” da prática fiel à Lei, grupo que gozava de grande prestígio diante da população mais simples e que se outorgava o direito de ser o único intérprete autêntico da vontade de Deus. Por isso, entram em conflito com Jesus, não querendo conhecer melhor a vontade do Pai, mas, como ressalta o texto “para tentá-lo”.
O campo de batalha escolhido era o debate sobre o divórcio. O texto de referência para eles era Dt 24,1-4, onde não se trata da legitimidade do divórcio, mas dos critérios para que possa acontecer.
O Evangelho de Mateus deixa mais claro que o de Marcos sobre o sentido do debate (Mt 19,1-9). O pano de fundo era os critérios necessários para que um homem pudesse divorciar-se da sua mulher (nem se cogitava na Lei judaica que a mulher pudesse divorciar-se do marido, pois a mulher era considerada “objeto” que pertencia ao homem). No tempo de Jesus havia duas tendências, simbolizadas pelas escolas rabínicas dos grandes fariseus. Uma escola ensinava que podia se divorciar da mulher por qualquer motivo, mesmo os mais banais. E outra escola afirmava que somente era permitido o divórcio por motivos muito sérios. Por isso, em Mateus a pergunta se define melhor: “É permitido divorciar-se da mulher por qualquer motivo que seja?” (Mt 19,4).
Em ambos os Evangelhos, Jesus se recusa a entrar no debate casuístico que cercava a questão e se limitava a reafirmar o projeto do Pai para o casamento: “Portanto, o que Deus uniu, o homem não deve separar”. Aqui, Jesus reafirma com toda firmeza o ideal do casamento cristão: uma união permanente, baseada no amor, e fortalecida pela graça do Sacramento.
Seria inútil buscar neste trecho uma teologia mais desenvolvida do casamento, muito menos orientações pastorais aos problemas práticos de casamentos mal sucedidos, pois isso não foi a intenção do autor. Marcos simplesmente reafirma o princípio de que “o que Deus uniu, o homem não deve separar”. Deixa em aberto a questão de quando é que Deus realmente uniu o casal! Será que, só porque passaram por uma cerimônia validamente celebrada, um casal é necessariamente unido por Deus? Os problemas reais são muito mais complexos, angustiantes e difíceis de serem solucionados.
O trecho continua com a questão das crianças. A questão, aqui, não é a criança como símbolo da inocência, mas de dependência. As crianças – e os que se assemelham a elas – vivem esta situação de dependência, de estar “sem poder”. Quem quer entrar no Reino de Deus terá que abrir mão de todo poder dominador, tornando-se como uma criança.
Negando aceitar a situação na qual a mulher era um simples objeto de posse do homem – e assim passível de ser rejeitada – e propondo o fraco e dependente como modelo, numa sociedade que valorizava o prepotente, Jesus mostra que os valores do Reino de Deus estão na contramão dos valores da sociedade do seu tempo e de hoje. Cristo propõe uma igualdade de dignidade entre homem e mulher, uma fidelidade e compromisso permanentes e a busca de uma vida de serviço e não de domínio. Realmente, uma proposta no contra-fluxo da sociedade moderna que nega o permanente, perpetua o machismo e admira quem detém o poder.
Somos convidados hoje a entrar com Jesus na “contramão” e a criar uma sociedade baseada nos valores cristãos.
Senhor Jesus, que os casais cristãos compreendam a profundidade de sua união, obra do próprio Deus.
Amém.
- Dia 07 de Outubro — Domingo
(Cor Verde)
5o dia da Novena de N. Sra. Aparecida
Fidelidade de Deus e fidelidade dos esposos!
Deus falou: “Não é bom que o homem esteja só”. Fomos criados à sua imagem e não conseguimos viver sem companhia. Somos essencialmente sociais porque precisamos uns dos outros e porque a vida em comunhão é nosso caminho de realização. O matrimônio e ...
a família foram planejados por quem entende do
ramo. O que Jesus nos fala sobre isso continua ou não sendo uma boa
notícia?(*)
Deus nos fala
A mulher, tirada da costela do homem, significa igualdade e complementaridade. Jesus, Deus feito homem, é a mostra perfeita do amor que nos convida a viver a fraternidade como experiência de santificação. Valorizando a união matrimonial, Jesus resgatou a família como lugar privilegiado de humanização e de respeito.(*)
Primeira Leitura (Gn 2,18-24)
Leitura do Livro do Gênesis:
18O Senhor Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só. Vou dar-lhe uma auxiliar semelhante a ele”.
19Então o Senhor Deus formou da terra todos os animais selvagens e todas as aves do céu, e trouxe-os a Adão para ver como os chamaria; todo o ser vivo teria o nome que Adão lhe desse.
20E Adão deu nome a todos os animais domésticos, a todas as aves do céu e a todos os animais selvagens; mas Adão não encontrou uma auxiliar semelhante a ele.
21Então o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Adão. Quando este adormeceu, tirou-lhe uma das costelas e fechou o lugar com carne. 22Depois, da costela tirada de Adão, o Senhor Deus formou a mulher e conduziu-a a Adão.
23E Adão exclamou: “Desta vez, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada ‘mulher’ porque foi tirada do homem”.
24Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Responsório (Sl 127)
(Música igual à faixa 12 do CD)
— O Senhor te abençoe de Sião,/ cada dia de tua vida.
— O Senhor te abençoe de Sião,/ cada dia de tua vida.
— Feliz és tu, se temes o Senhor/ e trilhas seus caminhos!/ Do trabalho de tuas mãos hás de viver,/ serás feliz, tudo irá bem!
— A tua esposa é uma videira bem fecunda/ no coração da tua casa;/ os teus filhos são rebentos de oliveira/ ao redor de tua mesa.
— Será assim abençoado todo homem/ que teme o Senhor./ O Senhor te abençoe de Sião,/ cada dia de tua vida.
— Para que vejas prosperar Jerusalém/ e os filhos dos teus filhos./ Ó Senhor, que venha a paz a Israel,/ que venha a paz ao vosso povo!
Segunda Leitura (Hb 2,9-11)
Leitura da Carta aos Hebreus:
Irmãos: 9Jesus, a quem Deus fez pouco menor do que os anjos, nós o vemos coroado de glória e honra, por ter sofrido a morte. Sim, pela graça de Deus em favor de todos, ele provou a morte.
10Convinha de fato que aquele, por quem e para quem todas as coisas existem, e que desejou conduzir muitos filhos à glória, levasse o iniciador da salvação deles à consumação, por meio de sofrimentos. 11Pois tanto Jesus, o Santificador, quanto os santificados, são descendentes do mesmo ancestral; por esta razão, ele não se envergonha de os chamar irmãos.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Aclamação ao Evangelho
(Música igual à faixa 10, CD “Liturgia VI”)
Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia! (bis)
Se amarmos uns aos outros,/ Deus em nós há de estar,/ e o seu amor em nós/ se aperfeiçoará!
Evangelho (Mc 10,2-16)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 2alguns fariseus se aproximaram de Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se de sua mulher.
3Jesus perguntou: “O que Moisés vos ordenou?”
4Os fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e despedi-la”.
5Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este mandamento. 6No entanto, desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. 7Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. 8Assim, já não são dois, mas uma só carne. 9Portanto, o que Deus uniu o homem não separe!”
10Em casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto.
11Jesus respondeu: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. 12E, se a mulher se divorciar de seu marido e casar com outro, cometerá adultério”.
13Depois disso, traziam crianças para que Jesus as tocasse. Mas os discípulos as repreendiam.
14Vendo isso, Jesus se aborreceu e disse: “Deixai vir a mim as crianças. Não as proibais, porque o Reino de Deus é dos que são como elas. 15Em verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele”.
16Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!
Deus nos fala
A mulher, tirada da costela do homem, significa igualdade e complementaridade. Jesus, Deus feito homem, é a mostra perfeita do amor que nos convida a viver a fraternidade como experiência de santificação. Valorizando a união matrimonial, Jesus resgatou a família como lugar privilegiado de humanização e de respeito.(*)
Primeira Leitura (Gn 2,18-24)
Leitura do Livro do Gênesis:
18O Senhor Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só. Vou dar-lhe uma auxiliar semelhante a ele”.
19Então o Senhor Deus formou da terra todos os animais selvagens e todas as aves do céu, e trouxe-os a Adão para ver como os chamaria; todo o ser vivo teria o nome que Adão lhe desse.
20E Adão deu nome a todos os animais domésticos, a todas as aves do céu e a todos os animais selvagens; mas Adão não encontrou uma auxiliar semelhante a ele.
21Então o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Adão. Quando este adormeceu, tirou-lhe uma das costelas e fechou o lugar com carne. 22Depois, da costela tirada de Adão, o Senhor Deus formou a mulher e conduziu-a a Adão.
23E Adão exclamou: “Desta vez, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada ‘mulher’ porque foi tirada do homem”.
24Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Responsório (Sl 127)
(Música igual à faixa 12 do CD)
— O Senhor te abençoe de Sião,/ cada dia de tua vida.
— O Senhor te abençoe de Sião,/ cada dia de tua vida.
— Feliz és tu, se temes o Senhor/ e trilhas seus caminhos!/ Do trabalho de tuas mãos hás de viver,/ serás feliz, tudo irá bem!
— A tua esposa é uma videira bem fecunda/ no coração da tua casa;/ os teus filhos são rebentos de oliveira/ ao redor de tua mesa.
— Será assim abençoado todo homem/ que teme o Senhor./ O Senhor te abençoe de Sião,/ cada dia de tua vida.
— Para que vejas prosperar Jerusalém/ e os filhos dos teus filhos./ Ó Senhor, que venha a paz a Israel,/ que venha a paz ao vosso povo!
Segunda Leitura (Hb 2,9-11)
Leitura da Carta aos Hebreus:
Irmãos: 9Jesus, a quem Deus fez pouco menor do que os anjos, nós o vemos coroado de glória e honra, por ter sofrido a morte. Sim, pela graça de Deus em favor de todos, ele provou a morte.
10Convinha de fato que aquele, por quem e para quem todas as coisas existem, e que desejou conduzir muitos filhos à glória, levasse o iniciador da salvação deles à consumação, por meio de sofrimentos. 11Pois tanto Jesus, o Santificador, quanto os santificados, são descendentes do mesmo ancestral; por esta razão, ele não se envergonha de os chamar irmãos.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
Aclamação ao Evangelho
(Música igual à faixa 10, CD “Liturgia VI”)
Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia! (bis)
Se amarmos uns aos outros,/ Deus em nós há de estar,/ e o seu amor em nós/ se aperfeiçoará!
Evangelho (Mc 10,2-16)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 2alguns fariseus se aproximaram de Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se de sua mulher.
3Jesus perguntou: “O que Moisés vos ordenou?”
4Os fariseus responderam: “Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e despedi-la”.
5Jesus então disse: “Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este mandamento. 6No entanto, desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. 7Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. 8Assim, já não são dois, mas uma só carne. 9Portanto, o que Deus uniu o homem não separe!”
10Em casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto.
11Jesus respondeu: “Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. 12E, se a mulher se divorciar de seu marido e casar com outro, cometerá adultério”.
13Depois disso, traziam crianças para que Jesus as tocasse. Mas os discípulos as repreendiam.
14Vendo isso, Jesus se aborreceu e disse: “Deixai vir a mim as crianças. Não as proibais, porque o Reino de Deus é dos que são como elas. 15Em verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele”.
16Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!
sábado, 6 de outubro de 2012
Homilia:
Onde está a verdadeira felicidade?
Os discípulos de Jesus estavam felizes e exultando pelo resultado, pelo êxito do trabalho deles. E quando vier o fracasso, a perseguição? Onde estará a verdadeira alegria? Parece que o Mestre dá um “banho de água fria” nos discípulos desestimulando-os, mas não é nada disso! Jesus tem o “pé no chão” e o coração no Alto. Por isso, lembrei-me de outra pas...
Onde está a verdadeira felicidade?
Os discípulos de Jesus estavam felizes e exultando pelo resultado, pelo êxito do trabalho deles. E quando vier o fracasso, a perseguição? Onde estará a verdadeira alegria? Parece que o Mestre dá um “banho de água fria” nos discípulos desestimulando-os, mas não é nada disso! Jesus tem o “pé no chão” e o coração no Alto. Por isso, lembrei-me de outra pas...
sagem: “Pois onde estiver o teu tesouro, aí estará
também o teu coração” (cf. Mt 6,21).
Hoje o nosso tempo perdeu este sentido de transcendência, da existência do Céu, onde nós realmente experimentaremos a verdadeira felicidade. Tudo é para agora! É imediato, é “pra já”. Queremos uma resposta imediata e eficiente, mas nos esquecemos que o tempo, as dificuldades e a eficácia vêm com a maturidade, há longo prazo e que durará por toda a eternidade, não será curto como o efêmero tempo daqui, do agora. Mas, ao mesmo tempo, as experiências que eu vivo hoje podem ser eternas!
Este êxito e esta eficácia dependem de onde estiver o meu coração, a alegria e a felicidade verdadeira. É isso que Jesus quer fazer os discípulos entenderem: Ele é a alegria e a felicidade verdadeira. Todo esse “poder” e eficácia vêm d’Ele. Se os discípulos souberem de onde vem a fonte desta alegria, na hora da perseguição e da tribulação eles continuarão alegres e com o mesmo entusiasmo.
A vida cristã muitas vezes é um labirinto, no qual o homem necessita se “perder” para encontrar a sua saída – ou suas saídas secretas: o mapa do coração e da mente do homem. O ser humano é um mistério e meio. Para tentar entender o mistério da pessoa é preciso se aventurar a mergulhar no mistério de Deus e ser “insaciável” pois, assim como Deus, o ser humano nunca será totalmente desvendado, senão deixaria de ser um mistério.
Mas o mistério não limita a sua revelação, que se dá como a gente menos imagina ou gostaria que fosse. Uma derrota, um fracasso ou um grande momento de crise é uma grande ocasião de descobrir-se e de descobrir o outro. A pessoa é uma “caixinha de surpresas” e nós precisamos querer abri-la sempre sem medo. Coragem! A vida é e sempre será um grande desafio a ser vencido.
Estamos criando pessoas com medo de entrar em si mesmas, a geração do “tudo pronto”, do imediato, do paliativo. A pessoa se constrói, se trabalha como um diamante bruto que precisa ser ferido para ser lapidado. E isso leva tempo, paciência e muita arte. Os desafios da vida nos ensinam a viver. Nós nos formamos na escola da vida, lutando e aprendendo. A cada dia uma vitória.
A vida nos reserva lutas, obstáculos e vitórias diariamente. É preciso amar a vida e querer vivê-la com toda a intensidade, a cada momento, vivendo o presente, construindo a vida. Estou escrevendo para quem perdeu por qualquer motivo a vontade de viver, de lutar, de continuar a acreditar em si e nos outros. A palavra que eu lhe apresento é esperança: “virtude, ação de esperar o que se deseja. Confiança, expectativa otimista”. O que tem motivado a sua vida e as suas expectativas?
Uma palavra hoje tem sido muito usada nas empresas para definir qualidades de pessoas que sabem sair de situações difíceis: resiliência. E o que é resiliência? É a capacidade de superar, de recuperar-se das adversidades, tanto físicas quanto emocionais.
Ouvindo o monsenhor Jonas pregar percebe-se que a resiliência é um dom do Espírito Santo que vem em socorro daqueles que clamam, daqueles que reconhecem seus limites, mas que não ficam parados pois sabem a quem recorrer. A força de Deus para de fracos nos fazer fortes: “E me comprazo nas fraquezas, nos insultos, nas dificuldades, nas perseguições e nas angústias por causa de Cristo. Pois, quando estou fraco, então é que sou forte” (II Coríntios 12,10).
Pai santo, fonte de toda vida, Tu tens o mapa do nosso coração. Revela aos poucos a nós, pelo Divino Espírito Santo, os passos que precisamos dar em direção do sentido da vida e do gosto de viver. De experimentar as coisas boas e de não fugir dos desafios que a vida nos apresenta. Concede-nos o dom da resiliência para superarmos os nossos limites e nunca esmorecer e desistir de viver. Quero te agradecer pelo dom supremo da vida. Quero viver, quero vencer a cada dia. E contigo, minha família e meus amigos, venceremos juntos os desafios. A cada instante quero agradecer pelo pulsar do meu coração. Bendito seja o Deus da Vida que nunca nos deixa sem o seu auxilio e socorro!
Hoje o nosso tempo perdeu este sentido de transcendência, da existência do Céu, onde nós realmente experimentaremos a verdadeira felicidade. Tudo é para agora! É imediato, é “pra já”. Queremos uma resposta imediata e eficiente, mas nos esquecemos que o tempo, as dificuldades e a eficácia vêm com a maturidade, há longo prazo e que durará por toda a eternidade, não será curto como o efêmero tempo daqui, do agora. Mas, ao mesmo tempo, as experiências que eu vivo hoje podem ser eternas!
Este êxito e esta eficácia dependem de onde estiver o meu coração, a alegria e a felicidade verdadeira. É isso que Jesus quer fazer os discípulos entenderem: Ele é a alegria e a felicidade verdadeira. Todo esse “poder” e eficácia vêm d’Ele. Se os discípulos souberem de onde vem a fonte desta alegria, na hora da perseguição e da tribulação eles continuarão alegres e com o mesmo entusiasmo.
A vida cristã muitas vezes é um labirinto, no qual o homem necessita se “perder” para encontrar a sua saída – ou suas saídas secretas: o mapa do coração e da mente do homem. O ser humano é um mistério e meio. Para tentar entender o mistério da pessoa é preciso se aventurar a mergulhar no mistério de Deus e ser “insaciável” pois, assim como Deus, o ser humano nunca será totalmente desvendado, senão deixaria de ser um mistério.
Mas o mistério não limita a sua revelação, que se dá como a gente menos imagina ou gostaria que fosse. Uma derrota, um fracasso ou um grande momento de crise é uma grande ocasião de descobrir-se e de descobrir o outro. A pessoa é uma “caixinha de surpresas” e nós precisamos querer abri-la sempre sem medo. Coragem! A vida é e sempre será um grande desafio a ser vencido.
Estamos criando pessoas com medo de entrar em si mesmas, a geração do “tudo pronto”, do imediato, do paliativo. A pessoa se constrói, se trabalha como um diamante bruto que precisa ser ferido para ser lapidado. E isso leva tempo, paciência e muita arte. Os desafios da vida nos ensinam a viver. Nós nos formamos na escola da vida, lutando e aprendendo. A cada dia uma vitória.
A vida nos reserva lutas, obstáculos e vitórias diariamente. É preciso amar a vida e querer vivê-la com toda a intensidade, a cada momento, vivendo o presente, construindo a vida. Estou escrevendo para quem perdeu por qualquer motivo a vontade de viver, de lutar, de continuar a acreditar em si e nos outros. A palavra que eu lhe apresento é esperança: “virtude, ação de esperar o que se deseja. Confiança, expectativa otimista”. O que tem motivado a sua vida e as suas expectativas?
Uma palavra hoje tem sido muito usada nas empresas para definir qualidades de pessoas que sabem sair de situações difíceis: resiliência. E o que é resiliência? É a capacidade de superar, de recuperar-se das adversidades, tanto físicas quanto emocionais.
Ouvindo o monsenhor Jonas pregar percebe-se que a resiliência é um dom do Espírito Santo que vem em socorro daqueles que clamam, daqueles que reconhecem seus limites, mas que não ficam parados pois sabem a quem recorrer. A força de Deus para de fracos nos fazer fortes: “E me comprazo nas fraquezas, nos insultos, nas dificuldades, nas perseguições e nas angústias por causa de Cristo. Pois, quando estou fraco, então é que sou forte” (II Coríntios 12,10).
Pai santo, fonte de toda vida, Tu tens o mapa do nosso coração. Revela aos poucos a nós, pelo Divino Espírito Santo, os passos que precisamos dar em direção do sentido da vida e do gosto de viver. De experimentar as coisas boas e de não fugir dos desafios que a vida nos apresenta. Concede-nos o dom da resiliência para superarmos os nossos limites e nunca esmorecer e desistir de viver. Quero te agradecer pelo dom supremo da vida. Quero viver, quero vencer a cada dia. E contigo, minha família e meus amigos, venceremos juntos os desafios. A cada instante quero agradecer pelo pulsar do meu coração. Bendito seja o Deus da Vida que nunca nos deixa sem o seu auxilio e socorro!
- Amém.
- Dia 06 de Outubro — Sábado
26ª Semana Comum
Formulário do 26º Domingo Comum
(Cor Verde)
...
4o dia da Novena de N. Sra. Aparecida
Somos chamados a viver com dignidade nossa vida. Por isso, o Evangelho forma nossa consciência e mostra-nos nossa responsabilidade para com a vida neste mundo. Somos apóstolos quando anunciamos que a verdade do Reino é a verdade para todo homem e mulher.
Antífona de Entrada (Dn 3,31.29.30.43.42)
Senhor, tudo o que fizestes conosco, com razão o fizestes, pois pecamos contra vós e não obedecemos aos vossos mandamentos. Mas honrai o vosso nome, tratando-nos segundo vossa misericórdia.
Deus nos fala
Jó sabe que a solução do mal só é possível se estivermos em comunhão com Deus, deixando-nos seduzir por seu amor. E é para a vida de comunhão com Deus e entre nós que fomos chamados. Viver o contrário do ensinamento do Evangelho é permitir que a força do mal domine nossa humanidade.
Primeira Leitura (Jó 42,1-3.5-6.12-16)
Leitura do Livro de Jó.
1Jó respondeu ao Senhor, dizendo: 2“Reconheço que podes tudo e que para ti nenhum pensamento é oculto. — 3Quem é esse que ofusca a Providência, sem nada entender? — Falei, pois, de coisas que não entendia, de maravilhas que ultrapassam a minha compreensão. 5Conhecia o Senhor apenas por ouvir falar, mas, agora, eu o vejo com meus olhos. 6Por isso me retrato e faço penitência no pó e na cinza”.
12O Senhor abençoou a Jó no fim de sua vida mais do que no princípio; ele possuía agora catorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas.
13Teve outros sete filhos e três filhas: 14a primeira chamava-se “Rola”, a segunda “Cássia”, e a terceira “Azeviche”. 15Não havia em toda a terra mulheres mais belas que as filhas de Jó. Seu pai lhes destinou uma parte da herança, entre os seus irmãos. 16Depois desses acontecimentos, Jó viveu cento e quarenta anos, e viu seus filhos e os filhos de seus filhos até a quarta geração. E Jó morreu velho e repleto de anos.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
Responsório (Sl 118,66.71.75.91.125.130)
— Fazei brilhar vosso semblante ao vosso servo e ensinai-me vossas leis e mandamentos.
— Fazei brilhar vosso semblante ao vosso servo e ensinai-me vossas leis e mandamentos.
— Dai-me bom senso, retidão, sabedoria, pois tenho fé nos vossos santos mandamentos!
— Para mim foi muito bom ser humilhado, porque assim eu aprendi vossa vontade!
— Sei que os vossos julgamentos são corretos, e com justiça me provastes, ó Senhor!
— Porque mandastes, tudo existe até agora; todas as coisas, ó Senhor, vos obedecem!
— Sou vosso servo: concedei-me inteligência, para que eu possa compreender vossa Aliança!
— Vossa palavra, ao revelar-se, me ilumina, ela dá sabedoria aos pequeninos.
Aclamação (Mt 11,25)
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pois revelaste os mistérios do teu Reino aos pequeninos, escondendo-os aos doutores!
Evangelho (Lc 10,17-24)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 17os setenta e dois voltaram muito contentes, dizendo: “Senhor, até os demônios nos obedeceram por causa do teu nome”.
18Jesus respondeu: “Eu vi Satanás cair do céu, como um relâmpago. 19Eu vos dei o poder de pisar em cima de cobras e escorpiões e sobre toda a força do inimigo. E nada vos poderá fazer mal. 20Contudo, não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem. Antes, ficai alegres porque vossos nomes estão escritos no céu”.
21Naquele momento, Jesus exultou no Espírito Santo e disse: “Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado.
22Tudo me foi entregue pelo meu Pai. Ninguém conhece quem é o Filho, a não ser o Pai; e ninguém conhece quem é o Pai, a não ser o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”.
23Jesus voltou-se para os discípulos e disse-lhes em particular: “Felizes os olhos que veem o que vós vedes! 24Pois eu vos digo que muitos profetas e reis quiseram ver o que estais vendo, e não puderam ver; quiseram ouvir o que estais ouvindo, e não puderam ouvir”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
- Carta Aos Jovens
Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.
Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, ...mas que se "lascam" na faculdade.Ver mais
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem discman.
Precisamos de Santos que amem a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refrigerante ou comer pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo mas que não sejam mundanos"
"Jovens do mundo inteiro, tenham a santa ousadia, de serem os santos do novo milênio". (Papa João Paulo II, Congresso da Juventude Feminina de Schoesntatt, Londrina/PR, 2000).
Vicariato Recife Sul 2 - AOR: Reunião do Vicariato que seria próximo sábado foi ...
Vicariato Recife Sul 2 - AOR: Reunião do Vicariato que seria próximo sábado foi ...: Aos padres e representantes leigos das paróquias do Vicariato Recife Sul 2: Comunicamos aos padres, e representantes leigos d...
Vicariato Recife Sul 2 - AOR: Paróquia de Candeias inicia Curso sobre o Catecism...
Vicariato Recife Sul 2 - AOR: Paróquia de Candeias inicia Curso sobre o Catecism...: A Paróquia Nossa Senhora das Candeias Iniciou ontem, dia 04 de outubro às 20 horas, com Professor Davi o Curso de "Introdução ao Catecismo ...
- Não resista aos apelos da Palavra de Deus à conversão.
Lucas encerra, neste Evangelho, todas as orientações do Mestre aos setenta e dois discípulos enviados em missão dois a dois. Lucas descobriu – nas censuras que o Senhor fez – a advertência oportuna aos discípulos sobre a possível rejeição que poderiam encontrar por parte de alguma cidade para onde fossem e entrassem em missão. E assim fortale......ce-os, prepara-os para os tempos futuros, tempos da perseguição e do martírio. Todavia, consola-os porque todos os que os rejeitarem estarão rejeitando “Aquele que os enviou”.
Corazim, Betsaida e Cafarnaum são alvos de fortes censuras por parte de Jesus por causa das inúmeras maravilhas, muitos sinais e milagres aí realizados: “Ai de você, cidade de Corazim! Ai de você, cidade de Betsaida! Porque, se os milagres que foram feitos em vocês tivessem sido feitos nas cidades de Tiro e de Sidom, os seus moradores já teriam abandonado os seus pecados há muito tempo”. Permita-me, caro filho, dizer que “Corazim, Betsaida e Cafarnaum” podemos ser nós quando oferecemos resistência e dureza à Palavra de Deus que nos chama a abandonar a vida do pecado e abraçar a vida nova da Graça e da Salvação.
Em toda a Sagrada Escritura encontramos – assim de modo direto – um caso único de censura às cidades. Fora de Corazim, Betsaida, Cafarnaum (e também Jerusalém) nada mais temos a registrar. Mas porque a censura a estas cidades? A razão é simples: estas cidades eram locais de comércio. Em ambiente de riqueza – ontem, assim como hoje – as cidades se fecham à novidade do Reino, vivem o consumismo e pensam não haver outra vida pela frente.
Por causa disso, assim como por rejeitarem os milagres feitos por Jesus, Corazim e Betsaida terão condenação maior do que as cidades gentílicas de Tiro e Sidônia, assim também as nossas cidades de hoje não escaparão da destruição eterna se não se converterem. Como Cafarnaum será julgada com maior rigor do que Sodoma por ter atingido um patamar mais alto no grau da corrupção, assim também nós seremos fustigados se não nos convertermos.
Todas as vezes que resistimos aos apelos à conversão e rejeitamos aqueles que nos anunciam a Palavra de Deus, é o próprio Senhor que estamos rejeitando. É necessário não nos esquecer de que Jesus, neste Evangelho, fala para mim e para você.
As cidades que rejeitam esses mensageiros são terrivelmente culpadas, pois o próprio Jesus garante aos discípulos: “Quem vos escuta a mim escuta; e quem vos rejeita a mim despreza; mas quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou”. Trata-se de algo sério aos olhos de Deus recusar uma palavra de aviso ou um convite. Por isso, peçamos a graça da conversão e da acolhida à Palavra de Deus.
Pai, move-me à acolhida, à conversão e à penitência diante do testemunho de Jesus, de modo que eu não incorra em castigo por minha incapacidade de reconhecer o apelo da Salvação.
- Dia 05 de Outubro — Sexta-feira
São Benedito, o Negro
(Rlg., Mem., Cor Branca)
3o dia da Novena de N. Sra. Aparecida
São Benedito, filho de escravos vindos da Etiópia, nasceu em San Fratello, na Sicília, para onde migraram seus pais. Fez-se eremita franciscano, depois de vender seus bens. Voltando para o convento por ordem do papa Pio VI, destacou-se na humildade e na simplicidade. Depois de se...r superior da Comunidade, voltou aos humildes trabalhos com toda naturalidade. Ali todos puderam ver sua santidade. Eis um pouco da vida de São Benedito, que hoje celebramos.
Antífona de Entrada (Eclo 3,20-21)
Humilhou-se em tudo e perante Deus encontrou misericórdia; pois grande é o poder de Deus e pelos humildes ele é honrado.
Deus nos fala
Jó reconhece que falou com insensatez, e por isso se sente pequenino diante de Deus. Se não estivermos atentos às coisas de Deus, corremos o grande risco de ser traídos por nossas ideias e concepções. Deus há de ocupar o primeiro lugar sempre em nossa vida. Não escutá-lo é rejeitar sua Palavra.
Primeira Leitura (Jó 38,1.12-21; 40,3-5)
Leitura do Livro de Jó.
1O Senhor respondeu a Jó, do meio da tempestade, e disse: 12 “Alguma vez na vida deste ordens à manhã, ou indicaste à aurora o seu lugar, 13 para que ela apanhe a terra pelos quatro cantos, e sejam dela sacudidos os malfeitores? 14 A terra torna a argila compacta, e tudo se apresenta em trajes de gala, 15mas recusa-se a luz dos malfeitores e quebra-se o braço rebelde. 16Chegaste perto das nascentes do Mar, ou pousaste no fundo do Oceano? 17 Foram-te franqueadas as portas da Morte, ou viste os portais das Sombras? 18 Examinaste a extensão da Terra? Conta-me, se sabes tudo isso! 19 Qual é o caminho para a morada da luz, e onde fica o lugar das trevas? 20 Poderia alcançá-las em seu domínio e reconhecer a acesso à sua morada? 21 Deverias sabê-lo, pois já tinhas nascido e grande é o número dos teus anos!” 40,3 Jó respondeu ao Senhor, dizendo: 4 “Fui precipitado. Que te posso responder? Porei minha mão sobre a boca. 5 Falei uma vez, não replicarei; uma segunda vez, mas não falarei mais”.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
Responsório (Sl 138)
— Conduzi-me no caminho para a vida, ó Senhor!
— Conduzi-me no caminho para a vida, ó Senhor!
— Senhor, vós me sondais e conheceis, sabeis quando me sento ou me levanto; de longe penetrais meus pensamentos, percebeis quando me deito e quando eu ando, os meus caminhos vos são todos conhecidos.
— Em que lugar me ocultarei de vosso espírito? E para onde fugirei de vossa face? Se eu subir até os céus, ali estais; se eu descer até o abismo, estais presente.
— Se a aurora me emprestar as suas asas, para eu voar e habitar no fim dos mares; mesmo lá vai me guiar a vossa mão e segurar-me com firmeza a vossa destra.
— Fostes vós que me formastes as entranhas, e no seio de minha mãe vós me tecestes. Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor, porque de modo admirável me formastes! Que prodígio e maravilha as vossas obras!
Aclamação (Sl 94,8ab)
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba!
Evangelho (Lc 10,13-16)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus: 13“Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque se em Tiro e Sidônia tivessem sido realizados os milagres que foram feitos no vosso meio, há muito tempo teriam feito penitência, vestindo-se de cilício e sentando-se sobre cinzas. 14Pois bem: no dia do julgamento, Tiro e Sidônia terão uma sentença menos dura do que vós. 15Ai de ti, Carfanaum! Serás elevada até o céu? Não, tu serás atirada no inferno. 16Quem vos escuta a mim escuta; e quem vos rejeita a mim despreza; mas quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
A missão é mais forte do que o medo
Lucas narra que Jesus envia um novo grupo: o dos 72 discípulos. Eles são enviados “na frente” do Senhor, como precursores, como preparadores da chegada do Reino de Deus. O número 72 é simbólico e indica a universalidade da missão: o número 72 é múltiplo de 12 para representar a totalidade do povo de Deus.
A missão, portanto, não é uma tarefa somente de alguns, ...
Lucas narra que Jesus envia um novo grupo: o dos 72 discípulos. Eles são enviados “na frente” do Senhor, como precursores, como preparadores da chegada do Reino de Deus. O número 72 é simbólico e indica a universalidade da missão: o número 72 é múltiplo de 12 para representar a totalidade do povo de Deus.
A missão, portanto, não é uma tarefa somente de alguns, ...
do grupo dos Doze, mas uma obra também dos leigos, ou seja, de todos os cristãos. Assim, a missão é universal desde a sua origem e compreende todos. O texto especifica que Jesus envia “dois a dois”, pois o anúncio do Evangelho não é uma tarefa pessoal, mas de uma comunidade. O fato de serem enviados “dois a dois” também quer mostrar a credibilidade do testemunho, além do fato do encorajamento que um pode dar ao outro no caso de desânimo diante das dificuldades.
Jesus, depois de ter falado em semente e em arado, fala agora de colheita. Esta última, por sua vez, é imensa. Mas os trabalhadores disponíveis são poucos. Ontem e hoje vivemos a mesma situação. É um trabalho gigantesco e nunca haverá trabalhadores suficientes; só o Pai pode chamá-los e enviá-los. Assim, é necessário rezar a Ele, pedindo que chame mais pessoas. É justamente por causa da extensão da missão que Jesus chama mais este grupo de ajudantes e, mesmo assim, são poucos diante da imensidão da missão que Ele tem pela frente e da qual nos torna participantes.
Jesus faz o envio: “Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos”. É a imagem clássica da fraqueza diante da violência. A missão é uma obra difícil e perigosa. Aqueles que Ele enviou devem cumprir fielmente o seu trabalho, mas não devem exigir demasiado de si mesmos nem entrar em pânico diante da grandeza da missão. Devem, sim, ter consciência que não será uma tarefa fácil e que nem sempre serão recebidos “de braços abertos”. Devem fazer sua parte com competência e perseverança, pois, em último caso, a responsabilidade é de Deus; e Ele não deixará cair em ruínas a sua messe, mandando trabalhadores necessários para isto.
A mensagem a ser levada é o dom da paz – no sentido mais completo – às pessoas e às famílias e, sobretudo, a mensagem de que “o Reino de Deus está próximo de vós”. O Reino de Deus é, antes de tudo, uma pessoa: Jesus. Quem O acolhe encontra a vida, a alegria e a missão de anunciá-Lo.
O gesto de “bater, sacudir a poeira dos pés”, era um gesto simbólico dos israelitas que, ao ingressar de novo no próprio país, depois de terem estado em território pagão, não queriam ter nada em comum com o modo de vida deles. Libertar-se da poeira que se grudou aos pés enquanto estavam em território pagão significava ruptura total com aquele sistema de vida. Fazendo isso, os discípulos transferem toda a responsabilidade pela rejeição da Palavra àqueles que os acolheram mal e rejeitaram o anúncio do Evangelho. E a paz oferecida não se perde, mas volta a quem oferece.
O estilo da missão de Jesus e dos discípulos é o oposto daquele dos poderosos que o mundo de hoje idolatra. Não se baseia sobre a vontade de dominar, a arrogância ou a ambição, mas sobre a proposta humilde, respeitosa, atenta aos mais fracos, oferecida na gratuidade, sem buscar outras recompensas. O Evangelho de Jesus é uma mensagem de vida verdadeira para quem confia somente em Deus, que é Pai e também Mãe: “como uma mãe que acaricia o filho, assim eu vos consolarei” e em Cristo crucificado e ressuscitado.
Os 72 discípulos tinham uma tarefa nova e difícil. Mas estes voltam para Jesus muito contentes porque ficaram impressionados pelos prodígios que puderam ver. Jesus freia um pouco esta alegria e diz: “antes, ficai alegres porque vossos nomes estão escritos no céu”.
Como podemos nós, discípulos de Jesus, seguir nossa missão em meio aos lobos do tempo atual? A missão é mais forte do que o medo. Às vezes, somos tomados por pensamentos negativos, tipo: “O que vão pensar?” ou “O que vão dizer?”. É humano sentir medo, mas a missão deve superar os nossos temores. Nenhum profissional tem medo de falar de sua profissão. Então, por que deveríamos nós, cristãos, ter medo de falar de Cristo, da Sua Pessoa, da Sua verdade, da Sua vida, do Seu amor, do Seu mistério?
A fé e a missão começam no coração e devem terminar nos lábios e nas ações. Não podemos deixar que o receio atrapalhe a nossa missão cristã.
Pai, que a perspectiva de dificuldades a serem encontradas no apostolado não me faça recuar da missão de preparar o mundo para acolher Seu Filho Jesus.
Jesus, depois de ter falado em semente e em arado, fala agora de colheita. Esta última, por sua vez, é imensa. Mas os trabalhadores disponíveis são poucos. Ontem e hoje vivemos a mesma situação. É um trabalho gigantesco e nunca haverá trabalhadores suficientes; só o Pai pode chamá-los e enviá-los. Assim, é necessário rezar a Ele, pedindo que chame mais pessoas. É justamente por causa da extensão da missão que Jesus chama mais este grupo de ajudantes e, mesmo assim, são poucos diante da imensidão da missão que Ele tem pela frente e da qual nos torna participantes.
Jesus faz o envio: “Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos”. É a imagem clássica da fraqueza diante da violência. A missão é uma obra difícil e perigosa. Aqueles que Ele enviou devem cumprir fielmente o seu trabalho, mas não devem exigir demasiado de si mesmos nem entrar em pânico diante da grandeza da missão. Devem, sim, ter consciência que não será uma tarefa fácil e que nem sempre serão recebidos “de braços abertos”. Devem fazer sua parte com competência e perseverança, pois, em último caso, a responsabilidade é de Deus; e Ele não deixará cair em ruínas a sua messe, mandando trabalhadores necessários para isto.
A mensagem a ser levada é o dom da paz – no sentido mais completo – às pessoas e às famílias e, sobretudo, a mensagem de que “o Reino de Deus está próximo de vós”. O Reino de Deus é, antes de tudo, uma pessoa: Jesus. Quem O acolhe encontra a vida, a alegria e a missão de anunciá-Lo.
O gesto de “bater, sacudir a poeira dos pés”, era um gesto simbólico dos israelitas que, ao ingressar de novo no próprio país, depois de terem estado em território pagão, não queriam ter nada em comum com o modo de vida deles. Libertar-se da poeira que se grudou aos pés enquanto estavam em território pagão significava ruptura total com aquele sistema de vida. Fazendo isso, os discípulos transferem toda a responsabilidade pela rejeição da Palavra àqueles que os acolheram mal e rejeitaram o anúncio do Evangelho. E a paz oferecida não se perde, mas volta a quem oferece.
O estilo da missão de Jesus e dos discípulos é o oposto daquele dos poderosos que o mundo de hoje idolatra. Não se baseia sobre a vontade de dominar, a arrogância ou a ambição, mas sobre a proposta humilde, respeitosa, atenta aos mais fracos, oferecida na gratuidade, sem buscar outras recompensas. O Evangelho de Jesus é uma mensagem de vida verdadeira para quem confia somente em Deus, que é Pai e também Mãe: “como uma mãe que acaricia o filho, assim eu vos consolarei” e em Cristo crucificado e ressuscitado.
Os 72 discípulos tinham uma tarefa nova e difícil. Mas estes voltam para Jesus muito contentes porque ficaram impressionados pelos prodígios que puderam ver. Jesus freia um pouco esta alegria e diz: “antes, ficai alegres porque vossos nomes estão escritos no céu”.
Como podemos nós, discípulos de Jesus, seguir nossa missão em meio aos lobos do tempo atual? A missão é mais forte do que o medo. Às vezes, somos tomados por pensamentos negativos, tipo: “O que vão pensar?” ou “O que vão dizer?”. É humano sentir medo, mas a missão deve superar os nossos temores. Nenhum profissional tem medo de falar de sua profissão. Então, por que deveríamos nós, cristãos, ter medo de falar de Cristo, da Sua Pessoa, da Sua verdade, da Sua vida, do Seu amor, do Seu mistério?
A fé e a missão começam no coração e devem terminar nos lábios e nas ações. Não podemos deixar que o receio atrapalhe a nossa missão cristã.
Pai, que a perspectiva de dificuldades a serem encontradas no apostolado não me faça recuar da missão de preparar o mundo para acolher Seu Filho Jesus.
Dia 04 de Outubro — Quinta-feira
São Francisco de Assis
(Rlg., Mem.,Cor Branca)
2o dia da Novena de N. Sra. Aparecida
Como é bom poder olhar a vida dos santos e ver tantas virtudes e tanto amor a Deus e aos irmãos. Como é bom a gente olhar para São Francisco e reconhecer a imensidão de seu amor a Deus e aos pobres. Descobrindo a Deus nos irmãos, vendo o rosto do Cristo no rosto sofredor dos pob...
São Francisco de Assis
(Rlg., Mem.,Cor Branca)
2o dia da Novena de N. Sra. Aparecida
Como é bom poder olhar a vida dos santos e ver tantas virtudes e tanto amor a Deus e aos irmãos. Como é bom a gente olhar para São Francisco e reconhecer a imensidão de seu amor a Deus e aos pobres. Descobrindo a Deus nos irmãos, vendo o rosto do Cristo no rosto sofredor dos pob...
res e infelizes, ele nos questiona como Igreja, e como Povo de Deus. Busquemos, pois, nossa santidade, e sejamos uma Igreja solidária e samaritana com os pobres e sofredores do mundo. Deus nos compensará pelo bem praticado.
Antífona de Entrada
Francisco de Assis, homem de Deus, deixou sua casa e sua herança e se fez pobre e desvalido. O Senhor, porém, o acolheu com amor.
Deus nos fala
Jó tem sede e esperança de justiça, e por isso quer que suas palavras sejam cravadas na pedra, pois Deus mesmo quer que a justiça se realize. E comprometidos com a vinha do Senhor, cabe a nós fazer nossa parte para que os desígnios divinos se realizem no mundo. Escutemos o que o Senhor nos diz.
Primeira Leitura (Jó 19,21-27)
Leitura do Livro de Jó.
Disse Jó: 21“Piedade, piedade de mim, meus amigos, pois a mão de Deus me feriu! 22Por que me perseguis como Deus, e não vos cansais de me torturar? 23Gostaria que minhas palavras fossem escritas e gravadas numa inscrição 24com ponteiro de ferro e com chumbo, cravadas na rocha para sempre! 25Eu sei que o meu redentor está vivo e que, por último, se levantará sobre o pó; 26e depois que tiverem destruído esta minha pele, na minha carne, verei a Deus. 27Eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão, e não os olhos de outros. Dentro de mim consomem-se os meus rins”.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
Responsório (Sl 26)
— Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver, na terra dos viventes.
— Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver, na terra dos viventes.
— Ó Senhor, ouvi a voz do meu apelo, atendei por compaixão! Meu coração fala convosco confiante, e os meus olhos vos procuram.
— Senhor é vossa face que eu procuro; não me escondais a vossa face! Não afasteis em vossa ira o vosso servo, sois vós o meu auxílio! Não me esqueçais nem me deixeis abandonado, meu Deus e Salvador!
— Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver na terra dos viventes. Espera no Senhor e tem coragem, espera no Senhor!
Aclamação (Mc 1,15)
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Convertei-vos e crede no Evangelho, pois o Reino de Deus está chegando!
Evangelho (Lc 10,1-12)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1o Senhor escolheu outros setenta e dois discípulos e os enviou dois a dois, na sua frente, a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir.
2E dizia-lhes: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos”. Por isso, pedi ao dono da messe que mande trabalhadores para a colheita. 3Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos. 4Não leveis bolsa nem sacola nem sandálias, e não cumprimenteis ninguém pelo caminho! 5Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’ 6Se ali morar um amigo da paz, a vossa paz repousará sobre ele; se não, ela voltará para vós. 7Permanecei naquela mesma casa, comei e bebei do que tiverem, porque o trabalhador merece o seu salário. Não passeis de casa em casa.
8Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos, comei do que vos servirem, 9curai os doentes que nela houver e dizei ao povo: ‘O Reino de Deus está próximo de vós’.
10Mas, quando entrardes numa cidade e não fordes bem recebidos, saindo pelas ruas, dizei: 11‘Até a poeira de vossa cidade que se apegou aos nossos pés, sacudimos contra vós. No entanto, sabei que o Reino de Deus está próximo!’ 12Eu vos digo que, naquele dia, Sodoma será tratada com menos rigor do que essa cidade”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Antífona de Entrada
Francisco de Assis, homem de Deus, deixou sua casa e sua herança e se fez pobre e desvalido. O Senhor, porém, o acolheu com amor.
Deus nos fala
Jó tem sede e esperança de justiça, e por isso quer que suas palavras sejam cravadas na pedra, pois Deus mesmo quer que a justiça se realize. E comprometidos com a vinha do Senhor, cabe a nós fazer nossa parte para que os desígnios divinos se realizem no mundo. Escutemos o que o Senhor nos diz.
Primeira Leitura (Jó 19,21-27)
Leitura do Livro de Jó.
Disse Jó: 21“Piedade, piedade de mim, meus amigos, pois a mão de Deus me feriu! 22Por que me perseguis como Deus, e não vos cansais de me torturar? 23Gostaria que minhas palavras fossem escritas e gravadas numa inscrição 24com ponteiro de ferro e com chumbo, cravadas na rocha para sempre! 25Eu sei que o meu redentor está vivo e que, por último, se levantará sobre o pó; 26e depois que tiverem destruído esta minha pele, na minha carne, verei a Deus. 27Eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão, e não os olhos de outros. Dentro de mim consomem-se os meus rins”.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
Responsório (Sl 26)
— Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver, na terra dos viventes.
— Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver, na terra dos viventes.
— Ó Senhor, ouvi a voz do meu apelo, atendei por compaixão! Meu coração fala convosco confiante, e os meus olhos vos procuram.
— Senhor é vossa face que eu procuro; não me escondais a vossa face! Não afasteis em vossa ira o vosso servo, sois vós o meu auxílio! Não me esqueçais nem me deixeis abandonado, meu Deus e Salvador!
— Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver na terra dos viventes. Espera no Senhor e tem coragem, espera no Senhor!
Aclamação (Mc 1,15)
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Convertei-vos e crede no Evangelho, pois o Reino de Deus está chegando!
Evangelho (Lc 10,1-12)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 1o Senhor escolheu outros setenta e dois discípulos e os enviou dois a dois, na sua frente, a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir.
2E dizia-lhes: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos”. Por isso, pedi ao dono da messe que mande trabalhadores para a colheita. 3Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos. 4Não leveis bolsa nem sacola nem sandálias, e não cumprimenteis ninguém pelo caminho! 5Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’ 6Se ali morar um amigo da paz, a vossa paz repousará sobre ele; se não, ela voltará para vós. 7Permanecei naquela mesma casa, comei e bebei do que tiverem, porque o trabalhador merece o seu salário. Não passeis de casa em casa.
8Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos, comei do que vos servirem, 9curai os doentes que nela houver e dizei ao povo: ‘O Reino de Deus está próximo de vós’.
10Mas, quando entrardes numa cidade e não fordes bem recebidos, saindo pelas ruas, dizei: 11‘Até a poeira de vossa cidade que se apegou aos nossos pés, sacudimos contra vós. No entanto, sabei que o Reino de Deus está próximo!’ 12Eu vos digo que, naquele dia, Sodoma será tratada com menos rigor do que essa cidade”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Amigos bom dia.
Já estamos vendendo a rifa para ajudar no termino da reforma da nossa paróquia, pedimos as pastorais, grupos e movimentos, que procurem o Oliveira do Terço dos Homens, Paulo da Pascom ou na secretária da paróquia e adquira quantos você puder.
Show de Premios
Sorteio no dia 19/12/2012 nos seguintes prêmios:
1º TV LED 40’
2º GELADEIRA DUPLEX
3º FOGÃO INOX
4º BICICLETA 18 MARCHAS
5º MICRONDAS 22 LTS
Valor da cartela R$ 5,00
Já estamos vendendo a rifa para ajudar no termino da reforma da nossa paróquia, pedimos as pastorais, grupos e movimentos, que procurem o Oliveira do Terço dos Homens, Paulo da Pascom ou na secretária da paróquia e adquira quantos você puder.
Show de Premios
Sorteio no dia 19/12/2012 nos seguintes prêmios:
1º TV LED 40’
2º GELADEIRA DUPLEX
3º FOGÃO INOX
4º BICICLETA 18 MARCHAS
5º MICRONDAS 22 LTS
Valor da cartela R$ 5,00
Amigos,
Venho lembrar a todos de nossa Feijoada Beneficente para a realização do ECC e para ajudar na reforma da paróquia, neste dia 07/10 após a missa da manhâ. Já estemos vendendo as senhas da mesma, que custa R$ 7,00, adquira a sua antecipadamente, é só procurar os Dirigentes do ECC, na secretária da paróquia ou com a PASCOM.
Venho lembrar a todos de nossa Feijoada Beneficente para a realização do ECC e para ajudar na reforma da paróquia, neste dia 07/10 após a missa da manhâ. Já estemos vendendo as senhas da mesma, que custa R$ 7,00, adquira a sua antecipadamente, é só procurar os Dirigentes do ECC, na secretária da paróquia ou com a PASCOM.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
- Nesta segunda feira tivemos nosso 1º curso de artesanato, ministrado por nossa irmãzinha Wanda Araujo, tivemos ótimos trabalhos artesanais, parabéns Wanda e suas alunas.
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